História do GNA

Depois, descobrimos que se tratava de José do Patrocínio, jornalista, escritor, poeta e abolicionista que viveu no século passado. Foi, e continua sendo até hoje, um grande lutador contra as injustiças, racismo e discriminações humanas.

A partir de então, como mentor do grupo, tem sido fundamental através de suas orientações, em todos os sentidos, desde a necessidade da renovação moral de cada integrante do grupo até em relação a responsabilidade perante o trabalho.

Freqüentemente alerta a todos sobre a importância dos estudos e do aperfeiçoamento artístico. Além disso, está sempre incentivando a união. Com relação ao trabalho, suas sugestões são fundamentais. Ele traz idéias do plano espiritual, sempre com a preocupação de melhorar o trabalho do grupo e levar para as pessoas mensagens otimistas.

Com relação ao trabalho de pintura mediúnica, os pintores são grandes amigos. Alguns deles se apresentam só de vez em quando, como Ney Galvão, Degas, Matisse e outros. Já Di Cavalcanti, Tarsila do Amaral, Van Gogh, Renoir, Henfil, Miró estão freqüentemente nos trabalhos do grupo. Há também outros artistas que não foram famosos em vida, como Caio, Paulo, Zé, Patrícia e outros.

Enfim, todos se apresentam com a mesma finalidade, trazer mensagens universais, cura por meio das cores, além de mostrar que a vida continua.

Há tempos atrás, o grupo achou que era um privilégio trabalhar com esses grandes artistas e questionou Renoir sobre o motivo de ter escolhido trabalhar com o grupo.

Em resposta, ele informou não se tratar de um privilégio, mas sim de uma necessidade de ambas as partes. Hoje sabemos que eles também trabalham em outros grupos e que, segundo ele, existe muito trabalho e poucas pessoas comprometidas.

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