História do GNA

Isso porque existem muitos trabalhadores que ainda não despertaram para o trabalho. Mas é questão de tempo. Devido à exigência de responsabilidade e disciplina, existem muitas pessoas "envolvidas" e poucas "comprometidas". Todos sabem que a comunicação mediúnica se estabelece por ligação psíquica, esteja o espírito presente no local do trabalho ou em outro lugar qualquer. Até hoje, não houve um único trabalho em que Renoir, por exemplo, não se manifestasse.

Para eles o mais importante é o trabalho em si, enquanto a assinatura é apenas uma necessidade de muitos encarnados.

Não só nessa, mas em qualquer atividade, segundo a espiritualidade que assiste a todos, torna-se imperioso que o médium também evolua com os trabalhos que desenvolve. Se no início existe dificuldade, ele deve com seu próprio esforço estudar e progredir para tornar-se um melhor trabalhador.

Daí o seu desenvolvimento pessoal torna-se apenas uma conseqüência. Médium e espírito trabalhando juntos em cooperação, sem a visão "operador" e instrumento "passivo".

Apresentando o trabalho de pintura mediúnica, o grupo sente a necessidade da música para o entretenimento do público e como forma de manter o padrão vibratório elevado. Com o tempo a música mecânica foi substituída por "música ao vivo", o que propiciou um estreitamento da relação do grupo com os músicos desencarnados.

Alguns integrantes do Grupo já eram músicos, enquanto outros não tinham noção alguma. Conforme o trabalho mediúnico com os músicos foi sendo desenvolvido, os médiuns que não sabiam nada de música também começaram a se interessar e a aprender um pouco.

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