História do GNA

Com relação à música medúnica, nós temos basicamente duas alas de músicos que se apresentam: uma ala antiga e uma mais jovem. Na antiga, tem o Adoniran Barbosa, que sempre está presente e apóia muito o Grupo.

Na ala mais jovem tem o Raul Seixas, entre outros, com presença marcante. Essa diversificação de estilos, implantada por eles mesmos, torna o trabalho agradável aos diversos tipos de público.

Costumam vir o Dinho (Mamonas Assassinas), o Renato Russo, a Elis, o Cazuza, Tim Maia, o Mussum, alguns músicos americanos, italianos, entre outros artistas.

Aqueles que já estão desencarnados há mais tempo, geralmente estão mais esclarecidos, enquanto outros ainda precisam de muito tratamento. E cantar por meio da mediunidade é uma oportunidade de trabalho, porque, como artistas, sentem muita falta dessa atividade.

Sem contar a energia que recebem do público.Existe, também, o trabalho de preparação antes de uma apresentação. Primeiro o Grupo orienta os dirigentes das instituições que serão beneficiadas com o trabalho sobre todas as atividades a serem realizadas em conjunto com o grupo, pois os resultados dependem diretamente de seu comprometimento e sintonia com todas as atividades. Aí começa o trabalho de harmonização dos locais da apresentação.

Esses locais, sempre disponibilizados pelas instituições, são os mais variados, como: clubes, escolas, teatros, cinemas, quadras esportivas, quadras de escolas de samba, entre outros. e nem sempre são preparados devidamente para um trabalho mediúnico. Eles exigem a soma dos esforços de todos os grupos encarnados e, principalmente, das fraternidades espirituais (de limpeza, de segurança, socorristas, etc.) para tornar o ambiente apropriado ao trabalho mediúnico a ser desenvolvido em dia e hora marcados com antecedência.

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