Enfim os escravos eram livres e viam reconhecidos os seus direitos de seres humanos. Veio a República e Patrocínio prosseguiu nas suas atividades sociais. Nas colunas do jornal “A Cidade do Rio”, que havia fundado, lutou pela aplicação de um programa liberal.

Acusado de haver participado de um movimento contra o Marechal Floriano Peixoto, em 1892, viu-se deportado para Cacuí, no Amazonas.

Já no fim da vida, passou a interessar-se por uma atividade bem diferente das anteriores: a navegação aérea, chegando a construir um balão dirigível: o “Santa Cruz”.

Tal empreendimento, contudo, não conseguiu vingar. Escreveu, ainda, três livros: Mota Coqueiro, Os Retirantes e Pedro Espanhol.

O primeiro, contra a pena de morte; os outros dois referem-se a problemas sociais.

Foi um idealista que veio com sua inteligência e denodo enobrecer ainda mais a galeria dos grandes homens da Pátria.